A boneca Barbie é considerada por muitos o marco inicial da menina rumo à maturidade. Nessa idade, a garota se espelha na boneca para se tornar uma mulher moderna, atraente e segura de si.

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E essa imagem da “mulher ideal” não escapou das subversivas lentes da fotógrafa canadense Mariel Clayton, que despeja toda a sua crítica (e ódio) em forma de fotografias que retratam a Barbie em temas adultos, como: sexo, escravidão, assassinato e suicídio.

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E Mariel justifica seu ódio contra a boneca loira de pernas longuilíneas:

Porque eu odeio a Barbie. Eu não gosto do estereótipo da “mulher ideal” que não se encaixa na imagem da mulher atual. Você não será uma Barbie sem um oceano de água oxigenada, 27 cirurgias plásticas e uma completa falta de inteligência, e me irrita o fato deste ser o brinquedo escolhido por muitas mulheres para presentear as suas filhas.

Pelo menos os brinquedos dos meninos como GI Joe (Comandos em Ação) e Action Man, são personagens que têm profundidade, personalidade e objetivo, digno de histórias imaginárias. Barbie não tem nada, exceto roupas e “ser uma menina”, mas o que é ser uma menina? Seria ser alguém sem sal e com peitos chegando aos ouvidos? Será que viver na cozinha ou trocar de roupas pela enésima vez faria Ken achá-la mais bonita e atraente?

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